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Quando vale a pena usar o empréstimo consignado?

O crédito consignado é uma das linhas de crédito mais baratas do mercado, por isso é uma mão na roda em várias situações. Quem trabalha com carteira assinada, é aposentado ou pensionista do INSS ou funcionário público pode acessar o empréstimo com facilidade. Mas é preciso cautela na hora de contratar. Para usá-lo a seu favor, é preciso conhecer seu funcionamento e as situações em que ele pode ser seu aliado ou inimigo.

 

Como as parcelas são descontadas diretamente do salário ou da aposentadoria, uma parte da renda fica comprometida antes mesmo do dinheiro chegar na conta do consumidor. Se não for bem pensado, isso pode dificultar o seu planejamento e aumentar os gastos com o pagamento de juros, podendo até mesmo levar ao superendividamento. Segundo o Banco Central, hoje em dia mais de 20% da renda das famílias brasileiras é usada só para pagar as parcelas de suas dívidas – o que inclui os juros, um número que dobrou de tamanho nos últimos dez anos e continua a crescer.

 

Para conseguir sair das dívidas ou realizar seus sonhos, às vezes é preciso ter algum tipo de crédito na praça. Confira os prós e contras do empréstimo consignado para saber se este é o melhor caminho para você:

 

PRÓS CONTRAS
Taxas de juros menores: Com taxas inferiores às das demais linhas de crédito do mercado, o consignado pode ser útil em uma situação emergencial, como a compra de um medicamento mais caro ou conserto de um vazamento de água em casa, por exemplo. Confira as taxas praticadas pelo mercado no site do Banco Central. Risco de perder o emprego: Se você trabalha em uma empresa privada, caso fique desempregado, terá de quitar o empréstimo de uma vez só ou trocar o consignado por outro empréstimo, que custa mais caro. Além disso, é comum o contrato de consignado prever o desconto de até 30% do valor que você irá receber na rescisão. Confira as regras com o banco antes de assinar o contrato.
Facilidade para contratar: Como o banco tem a garantia de recebimento, há pouca burocracia para contratar e a liberação do dinheiro na conta é rápida. O ideal é que todas as suas dívidas não superem 20% do que você ganha – a não ser que você esteja financiando um imóvel: neste caso, o limite para suas dívidas é de 30%. Dívida de longo prazo: Imprevistos acontecem o tempo todo. Se um deles pegar você de surpresa e você ainda tiver o consignado descontado de seu salário por muitos meses, terá outra opção para resolver seu problema sem entrar em mais dívidas? Reflita antes de contratar.
Prazos mais longos: As instituições financeiras costumam oferecer prazos de pagamentos mais longos no empréstimo consignado. Em alguns casos, os bancos oferecem até 120 meses para pagar. Sem chance de adiar: O desconto será feito diretamente de seu pagamento, portanto, você não poderá adiar ou suspender o débito. Você também poderá encontrar mais dificuldade para renegociar o empréstimo, caso surja essa necessidade.

 

Agora que você já conhece os prós e contras, veja as situações em que vale ou não a pena usar o crédito consignado.

 

Vale a pena usar quando:

– A parcela cabe no seu bolso, não comprometendo o pagamento de outras contas que você já tenha.

– Você tem uma dívida cara, no cheque especial ou no rotativo do cartão de crédito, por exemplo. Como os juros são muito maiores nessas duas modalidades, é vantajoso usar o consignado para quitá-las, reduzindo assim o valor total que irá pagar de juros.

– Você vai começar um negócio ou pretende fazer uma pequena reforma em casa. Nessas situações, o consignado pode ser uma ótima alternativa, pois permite financiar os materiais em um prazo mais longo.

 

Não vale a pena quando:

– Você contrata para pagar compras do dia a dia. Se você precisa recorrer a empréstimos para isso, o mais adequado é rever seu orçamento, cortar gastos ou aumentar sua renda.

– Usar o dinheiro do empréstimo consignado para fazer uma aplicação. Ainda que mais baixos, os juros do crédito consignado são muito superiores ao rendimento de qualquer aplicação oferecida pelas instituições financeiras.

– Alguém te pedir dinheiro emprestado. Se um familiar ou amigo pedir para contratar o empréstimo em seu nome, não aceite. Essa pessoa pode acabar se enrolando e quem irá pagar a dívida é você.

 

Se você é aposentado ou pensionista, confiras as regras definidas pelo INSS para o empréstimo consignado. Confira, também, a cartilha do Procon sobre o tema.

 

Quando vale a pena usar o empréstimo consignado?close

O crédito consignado é uma das linhas de crédito mais baratas do mercado, por isso é uma mão na roda em várias situações. Quem trabalha com carteira assinada, é aposentado ou pensionista do INSS ou funcionário público pode acessar o empréstimo com facilidade. Mas é preciso cautela na hora de contratar. Para usá-lo a seu favor, é preciso conhecer seu funcionamento e as situações em que ele pode ser seu aliado ou inimigo.

 

Como as parcelas são descontadas diretamente do salário ou da aposentadoria, uma parte da renda fica comprometida antes mesmo do dinheiro chegar na conta do consumidor. Se não for bem pensado, isso pode dificultar o seu planejamento e aumentar os gastos com o pagamento de juros, podendo até mesmo levar ao superendividamento. Segundo o Banco Central, hoje em dia mais de 20% da renda das famílias brasileiras é usada só para pagar as parcelas de suas dívidas – o que inclui os juros, um número que dobrou de tamanho nos últimos dez anos e continua a crescer.

 

Para conseguir sair das dívidas ou realizar seus sonhos, às vezes é preciso ter algum tipo de crédito na praça. Confira os prós e contras do empréstimo consignado para saber se este é o melhor caminho para você:

 

PRÓS CONTRAS
Taxas de juros menores: Com taxas inferiores às das demais linhas de crédito do mercado, o consignado pode ser útil em uma situação emergencial, como a compra de um medicamento mais caro ou conserto de um vazamento de água em casa, por exemplo. Confira as taxas praticadas pelo mercado no site do Banco Central. Risco de perder o emprego: Se você trabalha em uma empresa privada, caso fique desempregado, terá de quitar o empréstimo de uma vez só ou trocar o consignado por outro empréstimo, que custa mais caro. Além disso, é comum o contrato de consignado prever o desconto de até 30% do valor que você irá receber na rescisão. Confira as regras com o banco antes de assinar o contrato.
Facilidade para contratar: Como o banco tem a garantia de recebimento, há pouca burocracia para contratar e a liberação do dinheiro na conta é rápida. O ideal é que todas as suas dívidas não superem 20% do que você ganha – a não ser que você esteja financiando um imóvel: neste caso, o limite para suas dívidas é de 30%. Dívida de longo prazo: Imprevistos acontecem o tempo todo. Se um deles pegar você de surpresa e você ainda tiver o consignado descontado de seu salário por muitos meses, terá outra opção para resolver seu problema sem entrar em mais dívidas? Reflita antes de contratar.
Prazos mais longos: As instituições financeiras costumam oferecer prazos de pagamentos mais longos no empréstimo consignado. Em alguns casos, os bancos oferecem até 120 meses para pagar. Sem chance de adiar: O desconto será feito diretamente de seu pagamento, portanto, você não poderá adiar ou suspender o débito. Você também poderá encontrar mais dificuldade para renegociar o empréstimo, caso surja essa necessidade.

 

Agora que você já conhece os prós e contras, veja as situações em que vale ou não a pena usar o crédito consignado.

 

Vale a pena usar quando:

– A parcela cabe no seu bolso, não comprometendo o pagamento de outras contas que você já tenha.

– Você tem uma dívida cara, no cheque especial ou no rotativo do cartão de crédito, por exemplo. Como os juros são muito maiores nessas duas modalidades, é vantajoso usar o consignado para quitá-las, reduzindo assim o valor total que irá pagar de juros.

– Você vai começar um negócio ou pretende fazer uma pequena reforma em casa. Nessas situações, o consignado pode ser uma ótima alternativa, pois permite financiar os materiais em um prazo mais longo.

 

Não vale a pena quando:

– Você contrata para pagar compras do dia a dia. Se você precisa recorrer a empréstimos para isso, o mais adequado é rever seu orçamento, cortar gastos ou aumentar sua renda.

– Usar o dinheiro do empréstimo consignado para fazer uma aplicação. Ainda que mais baixos, os juros do crédito consignado são muito superiores ao rendimento de qualquer aplicação oferecida pelas instituições financeiras.

– Alguém te pedir dinheiro emprestado. Se um familiar ou amigo pedir para contratar o empréstimo em seu nome, não aceite. Essa pessoa pode acabar se enrolando e quem irá pagar a dívida é você.

 

Se você é aposentado ou pensionista, confiras as regras definidas pelo INSS para o empréstimo consignado. Confira, também, a cartilha do Procon sobre o tema.

 

Vale a pena ter um carro?

Dia 22 de setembro é o dia nacional sem carro. Para comemorar, criamos um infográfico e uma calculadora para ajudar você a decidir se vale a pena ter um carro.

 

infog_set2016

Vale a pena ter um carro?close

Dia 22 de setembro é o dia nacional sem carro. Para comemorar, criamos um infográfico e uma calculadora para ajudar você a decidir se vale a pena ter um carro.

 

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Você quer um carro ou mobilidade?

Ir de um lugar para outro nas cidades está cada vez mais complicado. O número de veículos vem aumentando, enquanto o espaço para eles circularem continua sendo praticamente o mesmo. Um estudo feito pelo Observatório das Metrópoles, divulgado em 2015, mostra que em pouco mais de uma década (de 2001 a 2014) a frota brasileira saltou de 32 milhões de automóveis para 57 milhões. Esse número representa quase 30% da população brasileira.

Mas será que as pessoas que têm um veículo próprio chegam mais rápido a seus destinos? O Desafio Intermodal, um teste que compara a eficiência de diversos meios de transporte na cidade de São Paulo, mostra que não. Na edição 2016 de evento, realizada em 15 de setembro, quem chegou na frente, de novo, foi a bicicleta. É a oitava vez que ela faz o percurso em menor tempo, desde quando o Desafio foi iniciado, em 2006.

A atividade faz parte da celebração do Dia Mundial Sem Carro, comemorado em todo o mundo em 22 de setembro. O organizador, o Instituto CicloBr, convoca pessoas que costumam usar diferentes meio de locomoção para avaliar qual é o jeito mais rápido, que polui menos e mais econômico de fazer um trajeto na cidade. Este ano, o trecho percorrido foi de 10 quilômetros, saindo da Praça General Gentil Falcão, no Brooklin, com destino à sede da Prefeitura de São Paulo, no Vale do Anhangabaú, região central da cidade.

Veja em quanto tempo o percurso foi feito, de acordo com cada meio de transporte:

Bicicleta 18 minutos
Motocicleta 30 minutos
Skate 45 minutos
Patins 46 minutos
A pé (correndo) 48 minutos
Trem + metrô 55 minutos
Ônibus + caminhada 1 hora e 5 minutos
Carro 1 hora e 49 minutos

 

Além de ser o lanterninha, o carro ainda emite mais poluentes e pesa mais no bolso. Confira a nossa calculadora Quanto Custa meu Carro? para saber o quanto você pode gastar com este veículo. E você, já descobriu novos jeitos de chegar aos seus destinos?

Você quer um carro ou mobilidade?close

Ir de um lugar para outro nas cidades está cada vez mais complicado. O número de veículos vem aumentando, enquanto o espaço para eles circularem continua sendo praticamente o mesmo. Um estudo feito pelo Observatório das Metrópoles, divulgado em 2015, mostra que em pouco mais de uma década (de 2001 a 2014) a frota brasileira saltou de 32 milhões de automóveis para 57 milhões. Esse número representa quase 30% da população brasileira.

Mas será que as pessoas que têm um veículo próprio chegam mais rápido a seus destinos? O Desafio Intermodal, um teste que compara a eficiência de diversos meios de transporte na cidade de São Paulo, mostra que não. Na edição 2016 de evento, realizada em 15 de setembro, quem chegou na frente, de novo, foi a bicicleta. É a oitava vez que ela faz o percurso em menor tempo, desde quando o Desafio foi iniciado, em 2006.

A atividade faz parte da celebração do Dia Mundial Sem Carro, comemorado em todo o mundo em 22 de setembro. O organizador, o Instituto CicloBr, convoca pessoas que costumam usar diferentes meio de locomoção para avaliar qual é o jeito mais rápido, que polui menos e mais econômico de fazer um trajeto na cidade. Este ano, o trecho percorrido foi de 10 quilômetros, saindo da Praça General Gentil Falcão, no Brooklin, com destino à sede da Prefeitura de São Paulo, no Vale do Anhangabaú, região central da cidade.

Veja em quanto tempo o percurso foi feito, de acordo com cada meio de transporte:

Bicicleta 18 minutos
Motocicleta 30 minutos
Skate 45 minutos
Patins 46 minutos
A pé (correndo) 48 minutos
Trem + metrô 55 minutos
Ônibus + caminhada 1 hora e 5 minutos
Carro 1 hora e 49 minutos

 

Além de ser o lanterninha, o carro ainda emite mais poluentes e pesa mais no bolso. Confira a nossa calculadora Quanto Custa meu Carro? para saber o quanto você pode gastar com este veículo. E você, já descobriu novos jeitos de chegar aos seus destinos?

Reserva de emergência: por que fazer e como formar a sua?

Já fazia algum tempo que Irene queria comprar um sofá novo, pois seu antigo já estava desgastado pelo uso e pelas brincadeiras de seus filhos pequenos. Agora que eles cresceram um pouco mais e Irene pensou: chegou a hora! Trabalhando com carteira assinada há seis meses, decidiu fazer um crediário e comprou o conjunto de sofá em 12 prestações.

Estava feliz da vida com sua sala novinha em folha, quando, sem mais nem menos, a empresa onde trabalhava resolveu fazer um corte de pessoal e ela foi junto. Ainda restavam 10 prestações do sofá para pagar, além das contas de luz, água, condomínio e supermercado. Se tivesse poupado uma reserva para esse momento, Irene estaria mais tranquila. Mas a verdade é que Irene está na mesma situação de 9 entre 10 brasileiros: não tem o hábito de poupar dinheiro para imprevistos.

Se você faz parte dessa estatística, saiba que sempre é hora de começar a construir sua reserva de emergência para não ser pego de surpresa. Veja algumas razões para fazer isso:

• Aumento do desemprego: Todo mundo conhece alguém que foi demitido nos últimos anos. O número total de desempregados no Brasil é de 11,5 milhões de pessoas e continua crescendo. Se você está empregado, aproveite para guardar uma parte do dinheiro que entra e se proteger de sustos.

• Imprevistos na rotina: Quem nunca deixou o celular cair na água, perdeu as chaves de casa e precisou chamar o chaveiro ou teve algum eletrodoméstico quebrado? Imprevistos acontecem todos os dias. Ficar sem reserva é o jeito mais rápido de transformar um problema em dois. Além de ter que achar uma solução para o que está quebrado, você ainda vai precisar achar um jeito de pagar pelo conserto. Pra quê complicar a vida?

• Juros altos de dívidas em atraso: Uma dívida de R$ 1 mil no cartão de crédito pode se transformar em mais de R$ 78 mil, após três anos sem pagamento, considerando uma taxa de juros de 12,9% ao mês. Os juros no Brasil são altos e quem não tem reservas fica sem fôlego. Na hora em que mais precisa, acaba pagando bem mais caro por suas compras.

• Perda de oportunidades: Imagine que você encontre algo que precisa com um ótimo preço. Quem tem reserva tem mais facilidade para negociar o valor e comprar à vista, sem entrar em novas dívidas. Já quem não tem, pode perder ótimas chances de fazer bons negócios.

Quanto poupar: Especialistas recomendam reservar pelo menos três meses da renda para garantir um “colchão de proteção” para imprevistos. Então, se alguém recebe um salário de R$ 1 mil, deveria ter R$ 3 mil poupado. No início, o esforço é maior. Mas, se você aplicar este dinheiro, com o passar do tempo os juros aceleram a formação da reserva. Veja o exemplo, calculado com base em um rendimento de 0,5% ao mês:

• Se puder guardar R$ 100 por mês na poupança, ao final de um ano terá R$ 1.239,72 (R$ 1.200 guardados + R$ 39,72 de juros).
• Se continuar guardando os mesmos R$ 100, em dois anos terá R$ 2.555,91 (R$ 2.400 guardados + R$ 155,91 de juros).
• Mantendo esse ritmo, em cinco anos terá R$ R$ 7.011,89 (R$ 6.000,00 guardados + R$ 1.011,89 de juros).
• Em 10 anos, terá R$ 16.469,87 (R$ 12.000,00 guardados + R$ 4.469,87 de juros).

grafico-reserva-emergencia

Onde investir sua reserva: Se você está convencido que precisa reservar parte do seu dinheiro, procure poupar em aplicações que tenham menos risco e acesso fácil ao dinheiro para quando você precisar utilizá-lo, sem pagar imposto. Converse com o gerente do seu banco e não se esqueça de perguntar quanto é cobrado de taxa de administração.

Reserva de emergência: por que fazer e como formar a sua?close

Já fazia algum tempo que Irene queria comprar um sofá novo, pois seu antigo já estava desgastado pelo uso e pelas brincadeiras de seus filhos pequenos. Agora que eles cresceram um pouco mais e Irene pensou: chegou a hora! Trabalhando com carteira assinada há seis meses, decidiu fazer um crediário e comprou o conjunto de sofá em 12 prestações.

Estava feliz da vida com sua sala novinha em folha, quando, sem mais nem menos, a empresa onde trabalhava resolveu fazer um corte de pessoal e ela foi junto. Ainda restavam 10 prestações do sofá para pagar, além das contas de luz, água, condomínio e supermercado. Se tivesse poupado uma reserva para esse momento, Irene estaria mais tranquila. Mas a verdade é que Irene está na mesma situação de 9 entre 10 brasileiros: não tem o hábito de poupar dinheiro para imprevistos.

Se você faz parte dessa estatística, saiba que sempre é hora de começar a construir sua reserva de emergência para não ser pego de surpresa. Veja algumas razões para fazer isso:

• Aumento do desemprego: Todo mundo conhece alguém que foi demitido nos últimos anos. O número total de desempregados no Brasil é de 11,5 milhões de pessoas e continua crescendo. Se você está empregado, aproveite para guardar uma parte do dinheiro que entra e se proteger de sustos.

• Imprevistos na rotina: Quem nunca deixou o celular cair na água, perdeu as chaves de casa e precisou chamar o chaveiro ou teve algum eletrodoméstico quebrado? Imprevistos acontecem todos os dias. Ficar sem reserva é o jeito mais rápido de transformar um problema em dois. Além de ter que achar uma solução para o que está quebrado, você ainda vai precisar achar um jeito de pagar pelo conserto. Pra quê complicar a vida?

• Juros altos de dívidas em atraso: Uma dívida de R$ 1 mil no cartão de crédito pode se transformar em mais de R$ 78 mil, após três anos sem pagamento, considerando uma taxa de juros de 12,9% ao mês. Os juros no Brasil são altos e quem não tem reservas fica sem fôlego. Na hora em que mais precisa, acaba pagando bem mais caro por suas compras.

• Perda de oportunidades: Imagine que você encontre algo que precisa com um ótimo preço. Quem tem reserva tem mais facilidade para negociar o valor e comprar à vista, sem entrar em novas dívidas. Já quem não tem, pode perder ótimas chances de fazer bons negócios.

Quanto poupar: Especialistas recomendam reservar pelo menos três meses da renda para garantir um “colchão de proteção” para imprevistos. Então, se alguém recebe um salário de R$ 1 mil, deveria ter R$ 3 mil poupado. No início, o esforço é maior. Mas, se você aplicar este dinheiro, com o passar do tempo os juros aceleram a formação da reserva. Veja o exemplo, calculado com base em um rendimento de 0,5% ao mês:

• Se puder guardar R$ 100 por mês na poupança, ao final de um ano terá R$ 1.239,72 (R$ 1.200 guardados + R$ 39,72 de juros).
• Se continuar guardando os mesmos R$ 100, em dois anos terá R$ 2.555,91 (R$ 2.400 guardados + R$ 155,91 de juros).
• Mantendo esse ritmo, em cinco anos terá R$ R$ 7.011,89 (R$ 6.000,00 guardados + R$ 1.011,89 de juros).
• Em 10 anos, terá R$ 16.469,87 (R$ 12.000,00 guardados + R$ 4.469,87 de juros).

grafico-reserva-emergencia

Onde investir sua reserva: Se você está convencido que precisa reservar parte do seu dinheiro, procure poupar em aplicações que tenham menos risco e acesso fácil ao dinheiro para quando você precisar utilizá-lo, sem pagar imposto. Converse com o gerente do seu banco e não se esqueça de perguntar quanto é cobrado de taxa de administração.

Sinais de alerta para o superendividamento

Saiba como reconhecer se está adquirindo dívidas além do que pode pagar.

 

O mês ainda está no começo, mas o salário já saiu da conta. E esta semana se complicou ainda mais, pois veio uma conta a mais antes de chegar aquele dinheiro extra que está previsto para o meio do mês. A solução foi entrar no cheque especial e jogar no cartão de crédito as outras despesas da casa.

 

Essa situação é familiar para você? Então, preste atenção, pois o alerta para o superendividamento pode estar prestes a acender!

 

A pessoa superendividada é aquela que tem dívidas muito acima da sua capacidade mensal de pagamento e, como solução, usa o crédito no dia a dia para se sustentar.

 

Sempre há sinais que aparecem antes do descontrole das suas contas e é importante reconhecê-los para tomar uma atitude antes que isso aconteça. Preste atenção se você:

 

  • Anda comprando a prazo coisas que antes comprava à vista,
  • Passou a usar o cheque especial para cobrir as despesas básicas,
  • Paga apenas o mínimo do cartão de crédito,
  • Está resgatando o dinheiro da poupança ou pedindo ajuda de um parente para pagar a parcela de um empréstimo,
  • Anda deixando de pagar contas essenciais como luz, água e gás.


Se você já está vendo alguns destes sinais, o primeiro passo é listar todas as despesas e dívidas para avaliar onde é possível fazer cortes. Pode ser reduzindo a conta de água e energia, suspendendo a compra de supérfluos, adiando a realização de um sonho, vendendo algum bem, etc. Envolva a família nesse trabalho, pedindo para que todos se conscientizem do problema e façam a sua parte. Avalie ainda a possibilidade de ter novas fontes de renda e de renegociar suas dívidas. Precisa de ajuda? Confira uma receita infalível para se preparar para uma boa negociação.

Sinais de alerta para o superendividamentoclose

Saiba como reconhecer se está adquirindo dívidas além do que pode pagar.

 

O mês ainda está no começo, mas o salário já saiu da conta. E esta semana se complicou ainda mais, pois veio uma conta a mais antes de chegar aquele dinheiro extra que está previsto para o meio do mês. A solução foi entrar no cheque especial e jogar no cartão de crédito as outras despesas da casa.

 

Essa situação é familiar para você? Então, preste atenção, pois o alerta para o superendividamento pode estar prestes a acender!

 

A pessoa superendividada é aquela que tem dívidas muito acima da sua capacidade mensal de pagamento e, como solução, usa o crédito no dia a dia para se sustentar.

 

Sempre há sinais que aparecem antes do descontrole das suas contas e é importante reconhecê-los para tomar uma atitude antes que isso aconteça. Preste atenção se você:

 

  • Anda comprando a prazo coisas que antes comprava à vista,
  • Passou a usar o cheque especial para cobrir as despesas básicas,
  • Paga apenas o mínimo do cartão de crédito,
  • Está resgatando o dinheiro da poupança ou pedindo ajuda de um parente para pagar a parcela de um empréstimo,
  • Anda deixando de pagar contas essenciais como luz, água e gás.


Se você já está vendo alguns destes sinais, o primeiro passo é listar todas as despesas e dívidas para avaliar onde é possível fazer cortes. Pode ser reduzindo a conta de água e energia, suspendendo a compra de supérfluos, adiando a realização de um sonho, vendendo algum bem, etc. Envolva a família nesse trabalho, pedindo para que todos se conscientizem do problema e façam a sua parte. Avalie ainda a possibilidade de ter novas fontes de renda e de renegociar suas dívidas. Precisa de ajuda? Confira uma receita infalível para se preparar para uma boa negociação.

Emprestei meu nome. O que fazer?

Emprestou seu nome e precisa saber como sair dessa situação? Confira as dicas que o SerasaConsumidor preparou para você.

No canal do SerasaConsumidor no YouTube (www.youtube.com/serasaconsumidor), você vê este e outros vídeos que vão te ajudar a cuidar melhor do seu bolso e facilitar a sua vida! Fique sempre ligado nas novidades e compartilhe!

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Emprestou seu nome e precisa saber como sair dessa situação? Confira as dicas que o SerasaConsumidor preparou para você.

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Mais Destaques

Quando vale a pena usar o empréstimo consignado?

O crédito consignado é uma das linhas de crédito mais baratas do mercado, por isso é uma mão na roda em várias situações. Quem trabalha com carteira assinada, é aposentado ou pensionista do INSS ou funcionário público pode acessar o empréstimo com facilidade. Mas é preciso cautela na hora de contratar. Para usá-lo a seu favor, é preciso conhecer seu funcionamento e as situações em que ele pode ser seu aliado ou inimigo.

 

Como as parcelas são descontadas diretamente do salário ou da aposentadoria, uma parte da renda fica comprometida antes mesmo do dinheiro chegar na conta do consumidor. Se não for bem pensado, isso pode dificultar o seu planejamento e aumentar os gastos com o pagamento de juros, podendo até mesmo levar ao superendividamento. Segundo o Banco Central, hoje em dia mais de 20% da renda das famílias brasileiras é usada só para pagar as parcelas de suas dívidas – o que inclui os juros, um número que dobrou de tamanho nos últimos dez anos e continua a crescer.

 

Para conseguir sair das dívidas ou realizar seus sonhos, às vezes é preciso ter algum tipo de crédito na praça. Confira os prós e contras do empréstimo consignado para saber se este é o melhor caminho para você:

 

PRÓS CONTRAS
Taxas de juros menores: Com taxas inferiores às das demais linhas de crédito do mercado, o consignado pode ser útil em uma situação emergencial, como a compra de um medicamento mais caro ou conserto de um vazamento de água em casa, por exemplo. Confira as taxas praticadas pelo mercado no site do Banco Central. Risco de perder o emprego: Se você trabalha em uma empresa privada, caso fique desempregado, terá de quitar o empréstimo de uma vez só ou trocar o consignado por outro empréstimo, que custa mais caro. Além disso, é comum o contrato de consignado prever o desconto de até 30% do valor que você irá receber na rescisão. Confira as regras com o banco antes de assinar o contrato.
Facilidade para contratar: Como o banco tem a garantia de recebimento, há pouca burocracia para contratar e a liberação do dinheiro na conta é rápida. O ideal é que todas as suas dívidas não superem 20% do que você ganha – a não ser que você esteja financiando um imóvel: neste caso, o limite para suas dívidas é de 30%. Dívida de longo prazo: Imprevistos acontecem o tempo todo. Se um deles pegar você de surpresa e você ainda tiver o consignado descontado de seu salário por muitos meses, terá outra opção para resolver seu problema sem entrar em mais dívidas? Reflita antes de contratar.
Prazos mais longos: As instituições financeiras costumam oferecer prazos de pagamentos mais longos no empréstimo consignado. Em alguns casos, os bancos oferecem até 120 meses para pagar. Sem chance de adiar: O desconto será feito diretamente de seu pagamento, portanto, você não poderá adiar ou suspender o débito. Você também poderá encontrar mais dificuldade para renegociar o empréstimo, caso surja essa necessidade.

 

Agora que você já conhece os prós e contras, veja as situações em que vale ou não a pena usar o crédito consignado.

 

Vale a pena usar quando:

– A parcela cabe no seu bolso, não comprometendo o pagamento de outras contas que você já tenha.

– Você tem uma dívida cara, no cheque especial ou no rotativo do cartão de crédito, por exemplo. Como os juros são muito maiores nessas duas modalidades, é vantajoso usar o consignado para quitá-las, reduzindo assim o valor total que irá pagar de juros.

– Você vai começar um negócio ou pretende fazer uma pequena reforma em casa. Nessas situações, o consignado pode ser uma ótima alternativa, pois permite financiar os materiais em um prazo mais longo.

 

Não vale a pena quando:

– Você contrata para pagar compras do dia a dia. Se você precisa recorrer a empréstimos para isso, o mais adequado é rever seu orçamento, cortar gastos ou aumentar sua renda.

– Usar o dinheiro do empréstimo consignado para fazer uma aplicação. Ainda que mais baixos, os juros do crédito consignado são muito superiores ao rendimento de qualquer aplicação oferecida pelas instituições financeiras.

– Alguém te pedir dinheiro emprestado. Se um familiar ou amigo pedir para contratar o empréstimo em seu nome, não aceite. Essa pessoa pode acabar se enrolando e quem irá pagar a dívida é você.

 

Se você é aposentado ou pensionista, confiras as regras definidas pelo INSS para o empréstimo consignado. Confira, também, a cartilha do Procon sobre o tema.

 

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Noticias
23/09/2016
Confira

Vale a pena ter um carro?

Dia 22 de setembro é o dia nacional sem carro. Para comemorar, criamos um infográfico e uma calculadora para ajudar você a decidir se vale a pena ter um carro.

 

infog_set2016

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Noticias
21/09/2016
Confira

Você quer um carro ou mobilidade?

Ir de um lugar para outro nas cidades está cada vez mais complicado. O número de veículos vem aumentando, enquanto o espaço para eles circularem continua sendo praticamente o mesmo. Um estudo feito pelo Observatório das Metrópoles, divulgado em 2015, mostra que em pouco mais de uma década (de 2001 a 2014) a frota brasileira saltou de 32 milhões de automóveis para 57 milhões. Esse número representa quase 30% da população brasileira.

Mas será que as pessoas que têm um veículo próprio chegam mais rápido a seus destinos? O Desafio Intermodal, um teste que compara a eficiência de diversos meios de transporte na cidade de São Paulo, mostra que não. Na edição 2016 de evento, realizada em 15 de setembro, quem chegou na frente, de novo, foi a bicicleta. É a oitava vez que ela faz o percurso em menor tempo, desde quando o Desafio foi iniciado, em 2006.

A atividade faz parte da celebração do Dia Mundial Sem Carro, comemorado em todo o mundo em 22 de setembro. O organizador, o Instituto CicloBr, convoca pessoas que costumam usar diferentes meio de locomoção para avaliar qual é o jeito mais rápido, que polui menos e mais econômico de fazer um trajeto na cidade. Este ano, o trecho percorrido foi de 10 quilômetros, saindo da Praça General Gentil Falcão, no Brooklin, com destino à sede da Prefeitura de São Paulo, no Vale do Anhangabaú, região central da cidade.

Veja em quanto tempo o percurso foi feito, de acordo com cada meio de transporte:

Bicicleta 18 minutos
Motocicleta 30 minutos
Skate 45 minutos
Patins 46 minutos
A pé (correndo) 48 minutos
Trem + metrô 55 minutos
Ônibus + caminhada 1 hora e 5 minutos
Carro 1 hora e 49 minutos

 

Além de ser o lanterninha, o carro ainda emite mais poluentes e pesa mais no bolso. Confira a nossa calculadora Quanto Custa meu Carro? para saber o quanto você pode gastar com este veículo. E você, já descobriu novos jeitos de chegar aos seus destinos?

[...]
Noticias
19/09/2016
Confira

Reserva de emergência: por que fazer e como formar a sua?

Já fazia algum tempo que Irene queria comprar um sofá novo, pois seu antigo já estava desgastado pelo uso e pelas brincadeiras de seus filhos pequenos. Agora que eles cresceram um pouco mais e Irene pensou: chegou a hora! Trabalhando com carteira assinada há seis meses, decidiu fazer um crediário e comprou o conjunto de sofá em 12 prestações.

Estava feliz da vida com sua sala novinha em folha, quando, sem mais nem menos, a empresa onde trabalhava resolveu fazer um corte de pessoal e ela foi junto. Ainda restavam 10 prestações do sofá para pagar, além das contas de luz, água, condomínio e supermercado. Se tivesse poupado uma reserva para esse momento, Irene estaria mais tranquila. Mas a verdade é que Irene está na mesma situação de 9 entre 10 brasileiros: não tem o hábito de poupar dinheiro para imprevistos.

Se você faz parte dessa estatística, saiba que sempre é hora de começar a construir sua reserva de emergência para não ser pego de surpresa. Veja algumas razões para fazer isso:

• Aumento do desemprego: Todo mundo conhece alguém que foi demitido nos últimos anos. O número total de desempregados no Brasil é de 11,5 milhões de pessoas e continua crescendo. Se você está empregado, aproveite para guardar uma parte do dinheiro que entra e se proteger de sustos.

• Imprevistos na rotina: Quem nunca deixou o celular cair na água, perdeu as chaves de casa e precisou chamar o chaveiro ou teve algum eletrodoméstico quebrado? Imprevistos acontecem todos os dias. Ficar sem reserva é o jeito mais rápido de transformar um problema em dois. Além de ter que achar uma solução para o que está quebrado, você ainda vai precisar achar um jeito de pagar pelo conserto. Pra quê complicar a vida?

• Juros altos de dívidas em atraso: Uma dívida de R$ 1 mil no cartão de crédito pode se transformar em mais de R$ 78 mil, após três anos sem pagamento, considerando uma taxa de juros de 12,9% ao mês. Os juros no Brasil são altos e quem não tem reservas fica sem fôlego. Na hora em que mais precisa, acaba pagando bem mais caro por suas compras.

• Perda de oportunidades: Imagine que você encontre algo que precisa com um ótimo preço. Quem tem reserva tem mais facilidade para negociar o valor e comprar à vista, sem entrar em novas dívidas. Já quem não tem, pode perder ótimas chances de fazer bons negócios.

Quanto poupar: Especialistas recomendam reservar pelo menos três meses da renda para garantir um “colchão de proteção” para imprevistos. Então, se alguém recebe um salário de R$ 1 mil, deveria ter R$ 3 mil poupado. No início, o esforço é maior. Mas, se você aplicar este dinheiro, com o passar do tempo os juros aceleram a formação da reserva. Veja o exemplo, calculado com base em um rendimento de 0,5% ao mês:

• Se puder guardar R$ 100 por mês na poupança, ao final de um ano terá R$ 1.239,72 (R$ 1.200 guardados + R$ 39,72 de juros).
• Se continuar guardando os mesmos R$ 100, em dois anos terá R$ 2.555,91 (R$ 2.400 guardados + R$ 155,91 de juros).
• Mantendo esse ritmo, em cinco anos terá R$ R$ 7.011,89 (R$ 6.000,00 guardados + R$ 1.011,89 de juros).
• Em 10 anos, terá R$ 16.469,87 (R$ 12.000,00 guardados + R$ 4.469,87 de juros).

grafico-reserva-emergencia

Onde investir sua reserva: Se você está convencido que precisa reservar parte do seu dinheiro, procure poupar em aplicações que tenham menos risco e acesso fácil ao dinheiro para quando você precisar utilizá-lo, sem pagar imposto. Converse com o gerente do seu banco e não se esqueça de perguntar quanto é cobrado de taxa de administração.

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Noticias
14/09/2016
Confira

Sinais de alerta para o superendividamento

Saiba como reconhecer se está adquirindo dívidas além do que pode pagar.

 

O mês ainda está no começo, mas o salário já saiu da conta. E esta semana se complicou ainda mais, pois veio uma conta a mais antes de chegar aquele dinheiro extra que está previsto para o meio do mês. A solução foi entrar no cheque especial e jogar no cartão de crédito as outras despesas da casa.

 

Essa situação é familiar para você? Então, preste atenção, pois o alerta para o superendividamento pode estar prestes a acender!

 

A pessoa superendividada é aquela que tem dívidas muito acima da sua capacidade mensal de pagamento e, como solução, usa o crédito no dia a dia para se sustentar.

 

Sempre há sinais que aparecem antes do descontrole das suas contas e é importante reconhecê-los para tomar uma atitude antes que isso aconteça. Preste atenção se você:

 

  • Anda comprando a prazo coisas que antes comprava à vista,
  • Passou a usar o cheque especial para cobrir as despesas básicas,
  • Paga apenas o mínimo do cartão de crédito,
  • Está resgatando o dinheiro da poupança ou pedindo ajuda de um parente para pagar a parcela de um empréstimo,
  • Anda deixando de pagar contas essenciais como luz, água e gás.


Se você já está vendo alguns destes sinais, o primeiro passo é listar todas as despesas e dívidas para avaliar onde é possível fazer cortes. Pode ser reduzindo a conta de água e energia, suspendendo a compra de supérfluos, adiando a realização de um sonho, vendendo algum bem, etc. Envolva a família nesse trabalho, pedindo para que todos se conscientizem do problema e façam a sua parte. Avalie ainda a possibilidade de ter novas fontes de renda e de renegociar suas dívidas. Precisa de ajuda? Confira uma receita infalível para se preparar para uma boa negociação.

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Noticias
08/09/2016
Confira

Emprestei meu nome. O que fazer?

Emprestou seu nome e precisa saber como sair dessa situação? Confira as dicas que o SerasaConsumidor preparou para você.

No canal do SerasaConsumidor no YouTube (www.youtube.com/serasaconsumidor), você vê este e outros vídeos que vão te ajudar a cuidar melhor do seu bolso e facilitar a sua vida! Fique sempre ligado nas novidades e compartilhe!

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Videos
06/09/2016
Confira
Quando vale a pena usar o empréstimo consignado?

O crédito consignado é uma das linhas de crédito mais baratas do mercado, por isso é uma mão na roda em várias situações. Quem trabalha com carteira assinada, é aposentado ou pensionista do INSS ou funcionário público pode acessar o empréstimo com facilidade. Mas é preciso cautela na hora de contratar. Para usá-lo a seu favor, é preciso conhecer seu funcionamento e as situações em que ele pode ser seu aliado ou inimigo.

 

Como as parcelas são descontadas diretamente do salário ou da aposentadoria, uma parte da renda fica comprometida antes mesmo do dinheiro chegar na conta do consumidor. Se não for bem pensado, isso pode dificultar o seu planejamento e aumentar os gastos com o pagamento de juros, podendo até mesmo levar ao superendividamento. Segundo o Banco Central, hoje em dia mais de 20% da renda das famílias brasileiras é usada só para pagar as parcelas de suas dívidas – o que inclui os juros, um número que dobrou de tamanho nos últimos dez anos e continua a crescer.

 

Para conseguir sair das dívidas ou realizar seus sonhos, às vezes é preciso ter algum tipo de crédito na praça. Confira os prós e contras do empréstimo consignado para saber se este é o melhor caminho para você:

 

PRÓS CONTRAS
Taxas de juros menores: Com taxas inferiores às das demais linhas de crédito do mercado, o consignado pode ser útil em uma situação emergencial, como a compra de um medicamento mais caro ou conserto de um vazamento de água em casa, por exemplo. Confira as taxas praticadas pelo mercado no site do Banco Central. Risco de perder o emprego: Se você trabalha em uma empresa privada, caso fique desempregado, terá de quitar o empréstimo de uma vez só ou trocar o consignado por outro empréstimo, que custa mais caro. Além disso, é comum o contrato de consignado prever o desconto de até 30% do valor que você irá receber na rescisão. Confira as regras com o banco antes de assinar o contrato.
Facilidade para contratar: Como o banco tem a garantia de recebimento, há pouca burocracia para contratar e a liberação do dinheiro na conta é rápida. O ideal é que todas as suas dívidas não superem 20% do que você ganha – a não ser que você esteja financiando um imóvel: neste caso, o limite para suas dívidas é de 30%. Dívida de longo prazo: Imprevistos acontecem o tempo todo. Se um deles pegar você de surpresa e você ainda tiver o consignado descontado de seu salário por muitos meses, terá outra opção para resolver seu problema sem entrar em mais dívidas? Reflita antes de contratar.
Prazos mais longos: As instituições financeiras costumam oferecer prazos de pagamentos mais longos no empréstimo consignado. Em alguns casos, os bancos oferecem até 120 meses para pagar. Sem chance de adiar: O desconto será feito diretamente de seu pagamento, portanto, você não poderá adiar ou suspender o débito. Você também poderá encontrar mais dificuldade para renegociar o empréstimo, caso surja essa necessidade.

 

Agora que você já conhece os prós e contras, veja as situações em que vale ou não a pena usar o crédito consignado.

 

Vale a pena usar quando:

– A parcela cabe no seu bolso, não comprometendo o pagamento de outras contas que você já tenha.

– Você tem uma dívida cara, no cheque especial ou no rotativo do cartão de crédito, por exemplo. Como os juros são muito maiores nessas duas modalidades, é vantajoso usar o consignado para quitá-las, reduzindo assim o valor total que irá pagar de juros.

– Você vai começar um negócio ou pretende fazer uma pequena reforma em casa. Nessas situações, o consignado pode ser uma ótima alternativa, pois permite financiar os materiais em um prazo mais longo.

 

Não vale a pena quando:

– Você contrata para pagar compras do dia a dia. Se você precisa recorrer a empréstimos para isso, o mais adequado é rever seu orçamento, cortar gastos ou aumentar sua renda.

– Usar o dinheiro do empréstimo consignado para fazer uma aplicação. Ainda que mais baixos, os juros do crédito consignado são muito superiores ao rendimento de qualquer aplicação oferecida pelas instituições financeiras.

– Alguém te pedir dinheiro emprestado. Se um familiar ou amigo pedir para contratar o empréstimo em seu nome, não aceite. Essa pessoa pode acabar se enrolando e quem irá pagar a dívida é você.

 

Se você é aposentado ou pensionista, confiras as regras definidas pelo INSS para o empréstimo consignado. Confira, também, a cartilha do Procon sobre o tema.

 

Quando vale a pena usar o empréstimo consignado?close

O crédito consignado é uma das linhas de crédito mais baratas do mercado, por isso é uma mão na roda em várias situações. Quem trabalha com carteira assinada, é aposentado ou pensionista do INSS ou funcionário público pode acessar o empréstimo com facilidade. Mas é preciso cautela na hora de contratar. Para usá-lo a seu favor, é preciso conhecer seu funcionamento e as situações em que ele pode ser seu aliado ou inimigo.

 

Como as parcelas são descontadas diretamente do salário ou da aposentadoria, uma parte da renda fica comprometida antes mesmo do dinheiro chegar na conta do consumidor. Se não for bem pensado, isso pode dificultar o seu planejamento e aumentar os gastos com o pagamento de juros, podendo até mesmo levar ao superendividamento. Segundo o Banco Central, hoje em dia mais de 20% da renda das famílias brasileiras é usada só para pagar as parcelas de suas dívidas – o que inclui os juros, um número que dobrou de tamanho nos últimos dez anos e continua a crescer.

 

Para conseguir sair das dívidas ou realizar seus sonhos, às vezes é preciso ter algum tipo de crédito na praça. Confira os prós e contras do empréstimo consignado para saber se este é o melhor caminho para você:

 

PRÓS CONTRAS
Taxas de juros menores: Com taxas inferiores às das demais linhas de crédito do mercado, o consignado pode ser útil em uma situação emergencial, como a compra de um medicamento mais caro ou conserto de um vazamento de água em casa, por exemplo. Confira as taxas praticadas pelo mercado no site do Banco Central. Risco de perder o emprego: Se você trabalha em uma empresa privada, caso fique desempregado, terá de quitar o empréstimo de uma vez só ou trocar o consignado por outro empréstimo, que custa mais caro. Além disso, é comum o contrato de consignado prever o desconto de até 30% do valor que você irá receber na rescisão. Confira as regras com o banco antes de assinar o contrato.
Facilidade para contratar: Como o banco tem a garantia de recebimento, há pouca burocracia para contratar e a liberação do dinheiro na conta é rápida. O ideal é que todas as suas dívidas não superem 20% do que você ganha – a não ser que você esteja financiando um imóvel: neste caso, o limite para suas dívidas é de 30%. Dívida de longo prazo: Imprevistos acontecem o tempo todo. Se um deles pegar você de surpresa e você ainda tiver o consignado descontado de seu salário por muitos meses, terá outra opção para resolver seu problema sem entrar em mais dívidas? Reflita antes de contratar.
Prazos mais longos: As instituições financeiras costumam oferecer prazos de pagamentos mais longos no empréstimo consignado. Em alguns casos, os bancos oferecem até 120 meses para pagar. Sem chance de adiar: O desconto será feito diretamente de seu pagamento, portanto, você não poderá adiar ou suspender o débito. Você também poderá encontrar mais dificuldade para renegociar o empréstimo, caso surja essa necessidade.

 

Agora que você já conhece os prós e contras, veja as situações em que vale ou não a pena usar o crédito consignado.

 

Vale a pena usar quando:

– A parcela cabe no seu bolso, não comprometendo o pagamento de outras contas que você já tenha.

– Você tem uma dívida cara, no cheque especial ou no rotativo do cartão de crédito, por exemplo. Como os juros são muito maiores nessas duas modalidades, é vantajoso usar o consignado para quitá-las, reduzindo assim o valor total que irá pagar de juros.

– Você vai começar um negócio ou pretende fazer uma pequena reforma em casa. Nessas situações, o consignado pode ser uma ótima alternativa, pois permite financiar os materiais em um prazo mais longo.

 

Não vale a pena quando:

– Você contrata para pagar compras do dia a dia. Se você precisa recorrer a empréstimos para isso, o mais adequado é rever seu orçamento, cortar gastos ou aumentar sua renda.

– Usar o dinheiro do empréstimo consignado para fazer uma aplicação. Ainda que mais baixos, os juros do crédito consignado são muito superiores ao rendimento de qualquer aplicação oferecida pelas instituições financeiras.

– Alguém te pedir dinheiro emprestado. Se um familiar ou amigo pedir para contratar o empréstimo em seu nome, não aceite. Essa pessoa pode acabar se enrolando e quem irá pagar a dívida é você.

 

Se você é aposentado ou pensionista, confiras as regras definidas pelo INSS para o empréstimo consignado. Confira, também, a cartilha do Procon sobre o tema.

 

Vale a pena ter um carro?

Dia 22 de setembro é o dia nacional sem carro. Para comemorar, criamos um infográfico e uma calculadora para ajudar você a decidir se vale a pena ter um carro.

 

infog_set2016

Vale a pena ter um carro?close

Dia 22 de setembro é o dia nacional sem carro. Para comemorar, criamos um infográfico e uma calculadora para ajudar você a decidir se vale a pena ter um carro.

 

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Você quer um carro ou mobilidade?

Ir de um lugar para outro nas cidades está cada vez mais complicado. O número de veículos vem aumentando, enquanto o espaço para eles circularem continua sendo praticamente o mesmo. Um estudo feito pelo Observatório das Metrópoles, divulgado em 2015, mostra que em pouco mais de uma década (de 2001 a 2014) a frota brasileira saltou de 32 milhões de automóveis para 57 milhões. Esse número representa quase 30% da população brasileira.

Mas será que as pessoas que têm um veículo próprio chegam mais rápido a seus destinos? O Desafio Intermodal, um teste que compara a eficiência de diversos meios de transporte na cidade de São Paulo, mostra que não. Na edição 2016 de evento, realizada em 15 de setembro, quem chegou na frente, de novo, foi a bicicleta. É a oitava vez que ela faz o percurso em menor tempo, desde quando o Desafio foi iniciado, em 2006.

A atividade faz parte da celebração do Dia Mundial Sem Carro, comemorado em todo o mundo em 22 de setembro. O organizador, o Instituto CicloBr, convoca pessoas que costumam usar diferentes meio de locomoção para avaliar qual é o jeito mais rápido, que polui menos e mais econômico de fazer um trajeto na cidade. Este ano, o trecho percorrido foi de 10 quilômetros, saindo da Praça General Gentil Falcão, no Brooklin, com destino à sede da Prefeitura de São Paulo, no Vale do Anhangabaú, região central da cidade.

Veja em quanto tempo o percurso foi feito, de acordo com cada meio de transporte:

Bicicleta 18 minutos
Motocicleta 30 minutos
Skate 45 minutos
Patins 46 minutos
A pé (correndo) 48 minutos
Trem + metrô 55 minutos
Ônibus + caminhada 1 hora e 5 minutos
Carro 1 hora e 49 minutos

 

Além de ser o lanterninha, o carro ainda emite mais poluentes e pesa mais no bolso. Confira a nossa calculadora Quanto Custa meu Carro? para saber o quanto você pode gastar com este veículo. E você, já descobriu novos jeitos de chegar aos seus destinos?

Você quer um carro ou mobilidade?close

Ir de um lugar para outro nas cidades está cada vez mais complicado. O número de veículos vem aumentando, enquanto o espaço para eles circularem continua sendo praticamente o mesmo. Um estudo feito pelo Observatório das Metrópoles, divulgado em 2015, mostra que em pouco mais de uma década (de 2001 a 2014) a frota brasileira saltou de 32 milhões de automóveis para 57 milhões. Esse número representa quase 30% da população brasileira.

Mas será que as pessoas que têm um veículo próprio chegam mais rápido a seus destinos? O Desafio Intermodal, um teste que compara a eficiência de diversos meios de transporte na cidade de São Paulo, mostra que não. Na edição 2016 de evento, realizada em 15 de setembro, quem chegou na frente, de novo, foi a bicicleta. É a oitava vez que ela faz o percurso em menor tempo, desde quando o Desafio foi iniciado, em 2006.

A atividade faz parte da celebração do Dia Mundial Sem Carro, comemorado em todo o mundo em 22 de setembro. O organizador, o Instituto CicloBr, convoca pessoas que costumam usar diferentes meio de locomoção para avaliar qual é o jeito mais rápido, que polui menos e mais econômico de fazer um trajeto na cidade. Este ano, o trecho percorrido foi de 10 quilômetros, saindo da Praça General Gentil Falcão, no Brooklin, com destino à sede da Prefeitura de São Paulo, no Vale do Anhangabaú, região central da cidade.

Veja em quanto tempo o percurso foi feito, de acordo com cada meio de transporte:

Bicicleta 18 minutos
Motocicleta 30 minutos
Skate 45 minutos
Patins 46 minutos
A pé (correndo) 48 minutos
Trem + metrô 55 minutos
Ônibus + caminhada 1 hora e 5 minutos
Carro 1 hora e 49 minutos

 

Além de ser o lanterninha, o carro ainda emite mais poluentes e pesa mais no bolso. Confira a nossa calculadora Quanto Custa meu Carro? para saber o quanto você pode gastar com este veículo. E você, já descobriu novos jeitos de chegar aos seus destinos?

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Quando vale a pena usar o empréstimo consignado?

O crédito consignado é uma das linhas de crédito mais baratas do mercado, por isso é uma mão na roda em várias situações. Quem trabalha com carteira assinada, é aposentado ou pensionista do INSS ou funcionário público pode acessar o empréstimo com facilidade. Mas é preciso cautela na hora de contratar. Para usá-lo a seu favor, é preciso conhecer seu funcionamento e as situações em que ele pode ser seu aliado ou inimigo.

 

Como as parcelas são descontadas diretamente do salário ou da aposentadoria, uma parte da renda fica comprometida antes mesmo do dinheiro chegar na conta do consumidor. Se não for bem pensado, isso pode dificultar o seu planejamento e aumentar os gastos com o pagamento de juros, podendo até mesmo levar ao superendividamento. Segundo o Banco Central, hoje em dia mais de 20% da renda das famílias brasileiras é usada só para pagar as parcelas de suas dívidas – o que inclui os juros, um número que dobrou de tamanho nos últimos dez anos e continua a crescer.

 

Para conseguir sair das dívidas ou realizar seus sonhos, às vezes é preciso ter algum tipo de crédito na praça. Confira os prós e contras do empréstimo consignado para saber se este é o melhor caminho para você:

 

PRÓS CONTRAS
Taxas de juros menores: Com taxas inferiores às das demais linhas de crédito do mercado, o consignado pode ser útil em uma situação emergencial, como a compra de um medicamento mais caro ou conserto de um vazamento de água em casa, por exemplo. Confira as taxas praticadas pelo mercado no site do Banco Central. Risco de perder o emprego: Se você trabalha em uma empresa privada, caso fique desempregado, terá de quitar o empréstimo de uma vez só ou trocar o consignado por outro empréstimo, que custa mais caro. Além disso, é comum o contrato de consignado prever o desconto de até 30% do valor que você irá receber na rescisão. Confira as regras com o banco antes de assinar o contrato.
Facilidade para contratar: Como o banco tem a garantia de recebimento, há pouca burocracia para contratar e a liberação do dinheiro na conta é rápida. O ideal é que todas as suas dívidas não superem 20% do que você ganha – a não ser que você esteja financiando um imóvel: neste caso, o limite para suas dívidas é de 30%. Dívida de longo prazo: Imprevistos acontecem o tempo todo. Se um deles pegar você de surpresa e você ainda tiver o consignado descontado de seu salário por muitos meses, terá outra opção para resolver seu problema sem entrar em mais dívidas? Reflita antes de contratar.
Prazos mais longos: As instituições financeiras costumam oferecer prazos de pagamentos mais longos no empréstimo consignado. Em alguns casos, os bancos oferecem até 120 meses para pagar. Sem chance de adiar: O desconto será feito diretamente de seu pagamento, portanto, você não poderá adiar ou suspender o débito. Você também poderá encontrar mais dificuldade para renegociar o empréstimo, caso surja essa necessidade.

 

Agora que você já conhece os prós e contras, veja as situações em que vale ou não a pena usar o crédito consignado.

 

Vale a pena usar quando:

– A parcela cabe no seu bolso, não comprometendo o pagamento de outras contas que você já tenha.

– Você tem uma dívida cara, no cheque especial ou no rotativo do cartão de crédito, por exemplo. Como os juros são muito maiores nessas duas modalidades, é vantajoso usar o consignado para quitá-las, reduzindo assim o valor total que irá pagar de juros.

– Você vai começar um negócio ou pretende fazer uma pequena reforma em casa. Nessas situações, o consignado pode ser uma ótima alternativa, pois permite financiar os materiais em um prazo mais longo.

 

Não vale a pena quando:

– Você contrata para pagar compras do dia a dia. Se você precisa recorrer a empréstimos para isso, o mais adequado é rever seu orçamento, cortar gastos ou aumentar sua renda.

– Usar o dinheiro do empréstimo consignado para fazer uma aplicação. Ainda que mais baixos, os juros do crédito consignado são muito superiores ao rendimento de qualquer aplicação oferecida pelas instituições financeiras.

– Alguém te pedir dinheiro emprestado. Se um familiar ou amigo pedir para contratar o empréstimo em seu nome, não aceite. Essa pessoa pode acabar se enrolando e quem irá pagar a dívida é você.

 

Se você é aposentado ou pensionista, confiras as regras definidas pelo INSS para o empréstimo consignado. Confira, também, a cartilha do Procon sobre o tema.

 

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Noticias
23/09/2016
Confira

Vale a pena ter um carro?

Dia 22 de setembro é o dia nacional sem carro. Para comemorar, criamos um infográfico e uma calculadora para ajudar você a decidir se vale a pena ter um carro.

 

infog_set2016

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Noticias
21/09/2016
Confira

Você quer um carro ou mobilidade?

Ir de um lugar para outro nas cidades está cada vez mais complicado. O número de veículos vem aumentando, enquanto o espaço para eles circularem continua sendo praticamente o mesmo. Um estudo feito pelo Observatório das Metrópoles, divulgado em 2015, mostra que em pouco mais de uma década (de 2001 a 2014) a frota brasileira saltou de 32 milhões de automóveis para 57 milhões. Esse número representa quase 30% da população brasileira.

Mas será que as pessoas que têm um veículo próprio chegam mais rápido a seus destinos? O Desafio Intermodal, um teste que compara a eficiência de diversos meios de transporte na cidade de São Paulo, mostra que não. Na edição 2016 de evento, realizada em 15 de setembro, quem chegou na frente, de novo, foi a bicicleta. É a oitava vez que ela faz o percurso em menor tempo, desde quando o Desafio foi iniciado, em 2006.

A atividade faz parte da celebração do Dia Mundial Sem Carro, comemorado em todo o mundo em 22 de setembro. O organizador, o Instituto CicloBr, convoca pessoas que costumam usar diferentes meio de locomoção para avaliar qual é o jeito mais rápido, que polui menos e mais econômico de fazer um trajeto na cidade. Este ano, o trecho percorrido foi de 10 quilômetros, saindo da Praça General Gentil Falcão, no Brooklin, com destino à sede da Prefeitura de São Paulo, no Vale do Anhangabaú, região central da cidade.

Veja em quanto tempo o percurso foi feito, de acordo com cada meio de transporte:

Bicicleta 18 minutos
Motocicleta 30 minutos
Skate 45 minutos
Patins 46 minutos
A pé (correndo) 48 minutos
Trem + metrô 55 minutos
Ônibus + caminhada 1 hora e 5 minutos
Carro 1 hora e 49 minutos

 

Além de ser o lanterninha, o carro ainda emite mais poluentes e pesa mais no bolso. Confira a nossa calculadora Quanto Custa meu Carro? para saber o quanto você pode gastar com este veículo. E você, já descobriu novos jeitos de chegar aos seus destinos?

[...]
Noticias
19/09/2016
Confira

Reserva de emergência: por que fazer e como formar a sua?

Já fazia algum tempo que Irene queria comprar um sofá novo, pois seu antigo já estava desgastado pelo uso e pelas brincadeiras de seus filhos pequenos. Agora que eles cresceram um pouco mais e Irene pensou: chegou a hora! Trabalhando com carteira assinada há seis meses, decidiu fazer um crediário e comprou o conjunto de sofá em 12 prestações.

Estava feliz da vida com sua sala novinha em folha, quando, sem mais nem menos, a empresa onde trabalhava resolveu fazer um corte de pessoal e ela foi junto. Ainda restavam 10 prestações do sofá para pagar, além das contas de luz, água, condomínio e supermercado. Se tivesse poupado uma reserva para esse momento, Irene estaria mais tranquila. Mas a verdade é que Irene está na mesma situação de 9 entre 10 brasileiros: não tem o hábito de poupar dinheiro para imprevistos.

Se você faz parte dessa estatística, saiba que sempre é hora de começar a construir sua reserva de emergência para não ser pego de surpresa. Veja algumas razões para fazer isso:

• Aumento do desemprego: Todo mundo conhece alguém que foi demitido nos últimos anos. O número total de desempregados no Brasil é de 11,5 milhões de pessoas e continua crescendo. Se você está empregado, aproveite para guardar uma parte do dinheiro que entra e se proteger de sustos.

• Imprevistos na rotina: Quem nunca deixou o celular cair na água, perdeu as chaves de casa e precisou chamar o chaveiro ou teve algum eletrodoméstico quebrado? Imprevistos acontecem todos os dias. Ficar sem reserva é o jeito mais rápido de transformar um problema em dois. Além de ter que achar uma solução para o que está quebrado, você ainda vai precisar achar um jeito de pagar pelo conserto. Pra quê complicar a vida?

• Juros altos de dívidas em atraso: Uma dívida de R$ 1 mil no cartão de crédito pode se transformar em mais de R$ 78 mil, após três anos sem pagamento, considerando uma taxa de juros de 12,9% ao mês. Os juros no Brasil são altos e quem não tem reservas fica sem fôlego. Na hora em que mais precisa, acaba pagando bem mais caro por suas compras.

• Perda de oportunidades: Imagine que você encontre algo que precisa com um ótimo preço. Quem tem reserva tem mais facilidade para negociar o valor e comprar à vista, sem entrar em novas dívidas. Já quem não tem, pode perder ótimas chances de fazer bons negócios.

Quanto poupar: Especialistas recomendam reservar pelo menos três meses da renda para garantir um “colchão de proteção” para imprevistos. Então, se alguém recebe um salário de R$ 1 mil, deveria ter R$ 3 mil poupado. No início, o esforço é maior. Mas, se você aplicar este dinheiro, com o passar do tempo os juros aceleram a formação da reserva. Veja o exemplo, calculado com base em um rendimento de 0,5% ao mês:

• Se puder guardar R$ 100 por mês na poupança, ao final de um ano terá R$ 1.239,72 (R$ 1.200 guardados + R$ 39,72 de juros).
• Se continuar guardando os mesmos R$ 100, em dois anos terá R$ 2.555,91 (R$ 2.400 guardados + R$ 155,91 de juros).
• Mantendo esse ritmo, em cinco anos terá R$ R$ 7.011,89 (R$ 6.000,00 guardados + R$ 1.011,89 de juros).
• Em 10 anos, terá R$ 16.469,87 (R$ 12.000,00 guardados + R$ 4.469,87 de juros).

grafico-reserva-emergencia

Onde investir sua reserva: Se você está convencido que precisa reservar parte do seu dinheiro, procure poupar em aplicações que tenham menos risco e acesso fácil ao dinheiro para quando você precisar utilizá-lo, sem pagar imposto. Converse com o gerente do seu banco e não se esqueça de perguntar quanto é cobrado de taxa de administração.

[...]
Noticias
14/09/2016
Confira

Sinais de alerta para o superendividamento

Saiba como reconhecer se está adquirindo dívidas além do que pode pagar.

 

O mês ainda está no começo, mas o salário já saiu da conta. E esta semana se complicou ainda mais, pois veio uma conta a mais antes de chegar aquele dinheiro extra que está previsto para o meio do mês. A solução foi entrar no cheque especial e jogar no cartão de crédito as outras despesas da casa.

 

Essa situação é familiar para você? Então, preste atenção, pois o alerta para o superendividamento pode estar prestes a acender!

 

A pessoa superendividada é aquela que tem dívidas muito acima da sua capacidade mensal de pagamento e, como solução, usa o crédito no dia a dia para se sustentar.

 

Sempre há sinais que aparecem antes do descontrole das suas contas e é importante reconhecê-los para tomar uma atitude antes que isso aconteça. Preste atenção se você:

 

  • Anda comprando a prazo coisas que antes comprava à vista,
  • Passou a usar o cheque especial para cobrir as despesas básicas,
  • Paga apenas o mínimo do cartão de crédito,
  • Está resgatando o dinheiro da poupança ou pedindo ajuda de um parente para pagar a parcela de um empréstimo,
  • Anda deixando de pagar contas essenciais como luz, água e gás.


Se você já está vendo alguns destes sinais, o primeiro passo é listar todas as despesas e dívidas para avaliar onde é possível fazer cortes. Pode ser reduzindo a conta de água e energia, suspendendo a compra de supérfluos, adiando a realização de um sonho, vendendo algum bem, etc. Envolva a família nesse trabalho, pedindo para que todos se conscientizem do problema e façam a sua parte. Avalie ainda a possibilidade de ter novas fontes de renda e de renegociar suas dívidas. Precisa de ajuda? Confira uma receita infalível para se preparar para uma boa negociação.

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Noticias
08/09/2016
Confira

O primeiro passo para limpar o seu nome.

Se você está entre os mais de 59 milhões de brasileiros com dívidas em atraso, saiba que o primeiro passo para você limpar o seu nome é consultar o seu CPF regularmente e saber exatamente qual é o valor das suas dívidas com cada credor. Conseguindo firmar esta rotina, você tem sempre todas as contas na sua mira e evita surpresas como:

  • Contas esquecidas: Quando alguém se muda de endereço e esquece de avisar o credor, corre o risco de continuar recebendo contas no endereço antigo e ser negativado sem perceber.
  • Acúmulo de dívidas: Ao checar seu CPF você fica sabendo exatamente quanto e para quem está devendo e essa é o melhor jeito de organizar as contas para uma negociação. Melhor ter uma lista completa de todas as contas pendentes do que ficar esperando cada credor enviar uma cartinha, não acha?
  • Fraudes: No Brasil, a cada dezessete segundos uma pessoa é vítima de um tipo de tentativa de fraude conhecida como roubo de identidade. Golpistas podem pedir um cartão de crédito, abrir uma empresa ou efetuar compras em seu nome, sem que você saiba. E, quando se dá conta, seu nome já está negativado.

 

O SerasaConsumidor oferece a consulta gratuita no site: é só clicar aqui, se cadastrar e descobrir se o seu nome está limpo. Se você tiver dívidas com empresas participantes do Limpa Nome, lá no portal você ainda consegue negociar diretamente com eles, sem sair de casa.

Quer uma proteção ainda mais completa do seu CPF? O SerasaConsumidor oferece o serviço de monitoramento e mantém você informado sobre o que acontece com seu nome 24 horas por dia em qualquer lugar: conheça o MeProteja.

Cuide bem do seu nome e lembre-se: quanto mais controle você tiver sobre suas dívidas, melhor será a sua organização e mais fácil será manter o seu nome limpo.

 

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01/09/2016
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Emprestei meu nome. O que fazer?

Emprestou seu nome e precisa saber como sair dessa situação? Confira as dicas que o SerasaConsumidor preparou para você.

No canal do SerasaConsumidor no YouTube (www.youtube.com/serasaconsumidor), você vê este e outros vídeos que vão te ajudar a cuidar melhor do seu bolso e facilitar a sua vida! Fique sempre ligado nas novidades e compartilhe!

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É melhor usar cartão de crédito ou de débito?

Está enrolado com o cartão de crédito? Veja nosso vídeo para entender quando usar crédito e quando usar débito, e ainda, se a pagar a parcela mínima da fatura pode ser uma boa saída para você.

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Qual é a regra de ouro no uso do cartão de crédito?

Se enrolou no cartão de crédito? Saiba qual é o primeiro mandamento para o bom uso dele e quando ter mais de um cartão pode ser uma boa ideia.

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Saiba como podemos ajudar você a limpar seu nome

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Convidamos o Raphael Salmi, um dos nossos especialistas no assunto para explicar para você como podemos te ajudar!

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